desabafos de agosto, férias por todo o lado

parece que é o fim…

31 de agosto, tenho cá um amargo de boca com esta data. Acabam as férias, palavra tão querida ao meu léxico, e anuncia-se o regresso a tudo e mais alguma coisa. A minha pessoa, a partir de amanhã, estará a acordar para a vida muuuiiito devagarinho. Segunda -feira é a doer, sem anestesia…ala que se faz tarde. Com o maior respeito por todos aqueles que no dia um do nove não têm um posto de trabalho, tenho que confessar que a mim, realmente, custa-me este regresso. Que se há-de fazer? Vou tentar gerir esta angústia com serenidade e bom senso. Assim seja.

desabafos de agosto

e de repente…

sim , de repente no meio daquela preguiça boa de praia cheia de sol, água a 24 graus, eis que há uma chegada súbita de barcos quase junto à zona de banhos; dois iates particulares e um barco de passeio onde a música que dele emanava quase me estragava os tímpanos, o que vemos nós? Uma família numerosa de golfinhos, talvez a 200 metros da praia, num rodopio que só eles dominam. a praia literalmente toda em pé…os barcos tentam encaminhá-los para mais longe, e um deles resolve agraciar-nos com um maravilhoso salto que teve direito a palmas e tudo. Só me faltou a  máquina, ali, naquele momento…caramba…que animais fabulosos. Esta tarde de 24 de agosto de 2013 já decorria sem qualquer defeito, e, depois disto, ficou perfeita. À falta de imagens captadas no local façam o favor de pôr a imaginação a trabalhar. Obrigada!

desabafos de agosto

estou pr’aqui assim…

muito bem.  o verão continua. o calor, esse, que parece andar a fazer-se  esquisito do Mondego para cima junto à faixa costeira, aqui,onde me encontro, na última fronteira, onde Portugal encontra o Atlântico e mais uns passos bate com o “nariz” no Norte de África, o calor, dizia, não se faz rogado. Aqui, a minha pessoa, trata, por isso, de se manter afastada de notícias, ou outra qualquer coisa que a transporte para  a realidade. Para já, chega-me a areia, o mar, a sombra de um colmo. Tenho  tempo de acordar para a vida.  a famosa “rentrée”. quero lá saber da rentrée,, quero que isto não acabe já. sem pressas, mesmo com tudo o que para aí vai de novidades em muitos segmentos. não quero saber. “não ‘tou a ouvir, nã, nã, nã..nã…”

desabafos de agosto

Frases feitas

“somos aquilo que comemos”, “o  hábito faz o monge”, e muitas outras frases, vulgo clichés, são usados para definir as pessoas em determinada situação. e já agora, quanto aos livros? somos aquilo que lemos? eu digo que sim. definem-nos e projetam uma imagem da nossa pessoa.  Neste momento, Gonzalo Torrente Ballester com ” A bela adormecida vai à escola” define sem dúvida uma certa estética à qual me rendo. mais tarde, mais uma vez, e de novo, ” O gato malhado e a andorinha sinhá” também me há de fazer companhia, para além de outros, que sem dúvida podem ajudar à colocação de um rótulo. se há situações que tal coisa não me incomoda é esta. não me importo. só leio o que me faz sentir bem. mesmo que isso não me dê grande estatuto entre os demais. boa noite.

desabafos de agosto, férias por todo o lado

verão dá com tudo

a preguiça que chega com o tempinho mais quente, a vontade de saladinhas no prato cheias de frescura e cor, sentar numa esplanada e apreciar o tempo a passar sem preocupações, o ar mais leve que as roupas nos conferem, fazem do verão uma estação para apreciar, tratar bem, para que no ano seguinte não se arme em esquisita e tarde em chegar. É que o verão vai bem com tudo, até com as férias.

Imagem

podia ter escolhido uma salada; podia…mas não apeteceu, ponto.

 

 

 
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resistir é a palavra de ordem

De manhã à noite, ele são bolas de Berlim, trapos esvoaçantes nas mãos de vendedores que sabem convencer…crepes e gelados em esplanadas convidativas, bebidas mais ou menos alcoólicas, comidas apelativas até mais não. Não desdenho, dá é trabalho gerir tanta sensação. Mas não faz mal. Dedicava-me a isto muito mais vezes ;cá dentro e lá fora. Não sou esquisita.