e por que viajar é tão importante

viajar é um verbo que não tenho conjugado ultimamente por força da austeridade, substantivo feminino que me tem estragado alguns planos que estavam traçados, e que ficaram suspensos – adjetivo que tem vindo a fazer parte da vidinha cá de casa- mas não faz mal. viajar, dantes, também se fazia com os livros, hoje neste mundo virtual, é a imagem que fala mais alto. resolvi vir até uma, por acaso, até  são duas lojas finlandesas. encontrei aqui. nós por cá temos chuva. é possível que lá, também não esteja grande coisa. então, aproveita-se o tempo para deitar o mirone a coisas; já que não posso ir até lá fisicamente…viaja-se assim…

moko market

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outra loja, também na finlândia, graniti store

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por alguma razão, o design nestes países, ditos nórdicos, é  tão apreciado…

carimbos para bolachas

ir a um centro comercial num domingo, não é para mim. mas, nunca digas nunca. hoje calhou-me. aproxima-se um aniversário. a miúda cá de casa começa, qual criança, a preparar com antecedência frenética. uma vez em coimbra, e ainda antes do comboio que a havia de levar ao destino, um saltinho ao fórum. estávamos nós e o resto do mundo.  fomos diretas ao assunto: loja “casa” tentar encontrar umas “coisinhas ” que andavam na ideia. e encontrámos. de saída, os meus olhos deram com uns carimbos para bolachas que me “encheram logo as medidas” . as imagens são da net, pois estou sem logística caseira para tirar as fotos que se impunham. para a semana espero já ter tudo em ordem, e mostrarei também o resultado. espero bem.

ainda dentro da embalagem

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os meus são iguaizinhos, mesmas cores. o efeito, espero mostrar brevemente. hoje, já não há tempo. bom resto de domingo.

 

e se eu andasse numa cadeira de rodas?

é daqueles temas que vemos em reportagem: as acessibilidades que a cidade proporciona, enquanto cidadãos com mobilidade limitada. enquanto visionamos, apercebemo-nos das facilidades ou não que existem na via pública, interrogamo-nos, vamos tecendo considerações… o programa acaba, ainda estamos indignados com a forma como os passeios são selvaticamente ocupados por veículos, e por aí fora. depois, desligamos ou até já mudámos de canal, no fundo, se calhar, foi só um programa que vimos. hoje, vi a reportagem ao vivo. estou em coimbra, cidade que muito considero. é fim de semana, afinal faz sol, ir até “lá abaixo” junto à zona do leroy merlin, é uma hipótese, pois é ali naquele perímetro que habita parte da família que aqui reside. lá fui.  esperando pela pessoa que muito me acompanha nestas lides de sábado à tarde, prima B. vinha acompanhada de uma sanha voluntarista que me intrigou. explicou-me que tem uns vizinhos, mãe e filho, que coabitam com um problema grave: imobilidade por parte do filho, que ficou tetraplégico após um acidente de automóvel, ao serviço da embaixada do seu país, enquanto estudava engenharia, aqui na cidade. tem-se mobilizado para ajudar esta família a encontrar ajuda junto de entidades, que, segundo parece, têm sido sensíveis ao caso. afinal, trata-se de um rapaz com formação superior, que pode através da sua cadeira e um computador, (programação  é a sua área) estar ocupado, assim haja quem queira dar-lhe ocupação.quis, hoje, o A. cortar o cabelo muito pertinho de casa. desloca-se em cadeira elétrica, muito tecnológica, é verdade, mas, e os passeios  sem rampas adequadas para subir e descer ? este rapaz de 25 anos ficou refém daquele acidente; vê o mundo pela janela na maior parte dos dias. depois verificamos que as nossas cidades não têm qualquer empenho, através de quem  lhe compete, providenciar vida para todos nós. não é assim tão difícil pormo-nos no lugar do outro. basta querer!

nota: infelizmente, parece que o organismo diplomático envolvido, também se distanciou do caso 😦

vê-se cada programa na televisão

não é que passe muito tempo à frente da televisão ultimamente, mas dá-me para ver uma série ou outra que gosto. quando estou na cozinha ligo a têvê, e vou ouvindo, mais do que vendo. esta semana, ao pegar no comando, clicando e por aí, às tantas, fixo-me na sic radical e o que visiono? um programa americano, de seu nome,  “clube das desavergonhadas”. parei para ver até onde me levava aquele título. então, é algo parecido com um “realiti shou” que, não sendo eu um provedor do espetador, nem uma puritana cínica, fiquei a pensar o que seria aquilo. é que é tão desqualificado no seu conteúdo, que a palavra bullying naquele programa, eleva-se a um superlativo de tal modo absoluto, que me deixou de boca aberta. a mensagem que dali advém, não tem nada de pedagógico e, talvez , aquele canal ache que não tem essa obrigação, concedo, mas é mau de mais. ok, só vê quem quer. têm razão. mas, só uma última palavra, é que incomoda-me perceber que tipo de sociedade estamos a construir. quer queiramos ou não, a televisão acaba por influenciar comportamentos, quando do outro lado quem vê, não tem noção dos limites. só mais uma: também embirrei hoje com outra coisa. e agora é publicidade radiofónica. há um casal que, aparentemente, tem uma vida vazia e monótona. mas, a magia vai acontecer, quando ligarem determinado número, e por vinte e quatro euros e noventa (parece-me), ficarão fregueses de uma panóplia de canais televisivos, e a suas vidas ganharão outra dinâmica. estarei a ficar esquisita? às tantas…! hoje deu-me para embirrar.

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moda dos dentes separados

boas notícias. quem tiver filhas que sofram de diastema- é uma área de espaço extra entre dois ou mais dentes – já não precisa de ir gastar dinheiro num consultório de médico dentista e técnicos que o acompanham. este problema, que não é obstáculo, nem estigma  no mundo da moda, está a tornar-se tendência. ora pois! nem mais. vá-se lá entender, quando se lê que há quem pague para ficar com os dentes afastados. “Em 2010, Tyra Banks mandou uma das participantes do America’s Next Top Model ir ao dentista para aumentar o diastema.” (revista Caras)

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Lindsey Wixon – modelo norte-americana

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Georgia may Jagger- modelo londrina

outra vez lindsay wixon

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brigitte bardot em pré tendência

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vanessa paradis

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anna paquin- atriz

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natalie cole

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os meus medos

medos? tenho muitos. no entanto,  para poder dissertar sobre o tema de forma organizada, teria de fazer uma lista a partir do medo mais intenso ao puramente receio mariquinhas. contudo, tenho já uma primeira escolha; o meu maior medo, é começar a sofrer de preguicite aguda, pois começo a sentir sintomas tão intensos que me podem levar a ser uma militante fundamentalista da causa “I love preguiça”. começo a ter medo, que a palavra trabalho, quando pronunciada demasiado perto, me possa causar uma reação alérgica. eu não era assim. agora, sou uma “preguiçódependente”. deixo trabalho “pendurado” sem me importar…até sinto alguma alegria pelo desprezo que lhe devoto…!parece-me que já estive mais longe de ter de me inscrever num grupo de apoio, tipo, “preguiçosos anónimos” e passar a dizer : ” olá! eu sou fulana de tal e ainda hoje não mexi uma palha”… precisarei mesmo de ajuda?

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grito de guerra

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dia mundial do chocolate

aqui está um dia que é bem agradável de comemorar. mas, em caso de haver contenção no seu consumo, é melhor ignorar. eu gosto de publicidade em geral e de  publicidade vintage em particular (esta tendência vintage é um vício de há muito.) aviso: contém mensagem subliminar; não me responsabilizo por efeitos colaterais sentidos na balança.

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 CHOCOLATE_LATA

 CADBURY TUDOCADBURY CARUAGEM

arcádia porto

gosto bastante dos produtos desta casa no Porto.

sou capaz de comemorar um bocadinho este dia. parece mal não o fazer.

imagens via internet