estava a tarde tão comprida

hoje o dia estendeu-se até ao limite. depois, houve uma bôla de fiambre  e um iogurte grego espalhado em camadas com frutos silvestres e bolacha ralada. nada ambicioso mas soube bem no intervalo de trabalho. é o privilégio de trabalhar com boas pessoas.

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gostoso o sabor, e o ambiente de trabalho também.

princesas felizes e outras nem tanto

aqui vai um post com opinião fundamentada a partir do que leio em material impresso com cores atraentes e papel agradável ao toque.  as princesas que conheço das revistas, ora estão em casamentos, ora batizados, ora bailes de beneficência, ou então, em viagem de representação do seu país. ah! estava a esquecer-me, no inverno esquiam, e no verão bronzeiam-se em iates onde têm mangueiras para limparem  a pele real do sal que se lhes entranha nos delicados poros. olhando para muitas fotografias que nos chegam, olho para Kate Midleton e parece-me que o seu sorriso tem franqueza e alegria não protocolar, assim a cair mais pró genuíno! depois, fixo-me na ex-nadadora que resolveu dar uma braçada em Alberto do Mónaco, que levou (ou foi levada) ao altar para um casamento, e agora, parece não lhe(s) trazer felicidade nenhuma. na comparação, dá ideia que a primeira ganha em hapiness. não comento a vida das princesas nórdicas, pois é andar por corredores muito frios, e para frio já basta a primavera não se encher de brio e assentar arraiais de vez. a ser assim, o que será melhor, andar triste carregada de haute couture, ou andar triste com etiqueta stradivarius? só vale pensar nesta variável, aqui não entra a cantilena de pobrezinha mas alegre! mas agora que penso melhor, também já vi que kate gasta da zara; demasiadas variáveis vão-me baralhar o raciocínio, estou mesmo a ver…

reparem se eu não tenho razão

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reparem de novo. a imagem não engana.

charlene

e assim nasce uma “opinion maker” (eu)! há que fazer pela vida!

“maria albertina como foste nessa…”

o meu percurso casa trabalho e vice versa é feito sozinha tendo o rádio por companhia. aí tamborilo, mexo o pé esquerdo num levantar e baixar e canto uma vezes alto, outras nem tanto, caso a música me entusiasme. acrescento ao jeito de esclarecimento que faço este trajeto na estrada onde é mais fácil fazer figuras tristes de forma anónima. mas, para além da música me pôr em movimento, às vezes dá-me para pensar nas letras de algumas. é o caso desta: ” maria albertina” dos “humanos” onde se mostra indignação face à maria albertina ter ousado chamar vanessa à sua menina. o nome, como um ferrão que nos marca à nascença, pode muito bem crivar a nossa vida de bons momentos ou nem por isso. esta letra tem o poder de me pôr a pensar nas transformações dos últimos anos onde das “cristinas”,  “paulas” “tânias” “alexandras” “márcias” “sónias” e “bárbaras” passámos às  “brigidas”, “constanças,” “carlotas”, “alices”, “matildes”  “leonores”  “albertas” “beneditas” e as “marias“, claro. isto só para citar alguns exemplos. modas ou herança familiar, os nomes registam tendências que às vezes, numa escolha mais arrojada, podem martirizar a vida de uma criança logo em tenra idade. é daqui que me ponho a pensar nas meninas da luciana abreu, coitadinhas. sei que muita tinta já correu sobre o assunto e que venho muitas luas atrasada na temática, mas foi só para terminar esta reflexão profunda e complexa.

“o banco que dá a volta”

esta é uma frase que a publicidade arranjou para enaltecer as qualidades de uma determinada instituição bancária que, por acaso, tem participação estatal. eu não tenho nada contra as participações estatais, sejam lá elas onde forem – explicação dada. o que aborrece, de facto, é perceber que tanta publicidade e tanto elogio, nem sempre correspondem depois àquilo que apregoam em todos os seus serviços. ora quando alguém usa um cartãozinho simples que lhe permite fazer compras e pagar facilmente, e esse cartão tem assinatura desse banco, e infelizmente perde-se-lhe o rasto, há a preocupação de avisar o banco, que por sua vez cancela o dito cujo e ficamos todos mais descansados. o pior é quando se dá conta do ocorrido à noite. aí,tenta-se telefonar para um certo número que supostamente funciona 24 hora por dia para ajudar o cliente. afinal, a voz que lá está, cumprimenta-nos e pouco mais. ainda pensei que oferecessem informação astral ou meteorológica, mas não. e quanto ao cancelamento, o melhor é ir pessoalmente. fica assim a volta dada, penso eu.