estou por aqui …

olá, viva! ando por aqui um bocadinho longe. não é fácil neste portugal interior e quase esquecido contactar com o exterior via internet.  a fibra ótica por aqui plantada até se porta bem, pois de vez em quando faz caretas. hoje, deve estar bem disposta. permitiu-me aceder à plataforma de comunicação, isto é, este blog. eu estou muito bem. espero que também estejam com boa disposição. assim que puder colocarei imagens sobre o granito que me rodeia. muito obrigada por virem até aqui. boa noite.

no portugal lá mais para cima

bom dia. hoje, um pequeno apontamento sobre a minha saída rumo ao portugal profundo. não tem nada que saber; é uma aldeia que fica no distrito da guarda, não muito longe da fronteira, e que está associada a grande parte da minha infância e juventude. já lá não vou há algum tempo, mas este ano decidi inverter a situação. como já não estou habituada a tanta ruralidade, fui fazer um pequeno estágio. o gerês pareceu-me bem. muitas voltas dadas e chegámos a  pitões das júnias, aldeia lá no meio de campos de centeio e muito granito, que me lembrou, o que afinal nunca esqueci. ficam aqui uns registos.

comecemos pelos espigueiros

geres_celeiro

geres_azevinho

azevinho a preparar-se para ser estrela no natal que há de vir…

cursos de água e cascatas. as mais bonitas estão muito escondidas.

geres_ ponte

e agora, chegados a pitões das júnias, senti-me na aldeia beirã que me irá servir de retiro nos próximos dias

pitões 2

pitões das junias

o mesmo granito, o mesmo lajedo, bicas ou fontanários que relembram os dias em que água canalizada era um luxo da cidade. mas o progresso chegou e o sinal de sentido proibido já é testemunha de trânsito moderno.

pitões_restaurante

entrada do restaurante D. Pedro dos Pitões. à hora em que passávamos, foi uma visão muito boa, pois não estava programado acalmar a fome aqui neste canto. mas valeu a pena.

pitões_restaurante 2

lavar as mãos, embora me pareça ser mais para enfeitar. desculpem  a qualidade da foto.

geres_comidatambém havia cozido à portuguesa. infelizmente cabrito só por encomenda. os espanhóis enchiam o restaurante. são os seus melhores clientes. naquele dia, nós éramos quase estrangeiros.

idas e vindas

numa ida a norte. barcelos. um restaurante: ” o mocho”; calhou-me almoçar, mas pelo que vi e comi, é mais um sítio para ir à noite.

mocho

 tapas interessantes e boas, pena que não houvesse tudo o que constava no menu. demorou um pouco a vir para a mesa. tinham apenas um funcionário o que fez esperar, mas o lugar é interessante. depois, o porto. junto aos clérigos.

torre dos clérigos

obras, muito barulho e movimento. nesta altura, o monumento merecia estar mais descansado. a seguir passou o elétrico. muito gosto eu de elétricos.

porto e o eletrico

 em coimbra, durante muito tempo fizeram parte dos transportes públicos da cidade. agora, já não há. porto e lisboa só para turismo. é pena. fazem barulho, mas poluem menos, dão um ar interessante às cidades. e pronto. é só isto para já. bom domingo.

aqui às voltas com o saco de praia

geralmente não sou muito exigente com este acessório. até há uns tempos, as marcas de protetores solares tinham ofertas, algumas, bem interessantes. tenho um ou outro saco ainda guardado, sem lhe ter dado uso, vindos das perfumarias que os tinham para oferta. mas  levar toalha, livro, água, uma fruta ou um snack, óculos e por aí, acaba sempre por me obrigar a um saco maiorzito. e às vezes pesa. andei a espreitar, e encontrei estas sugestões:

saco praiaé mesmo veranil , aqui

saco praia eco frindly

gosto deste material, aqui

saco praia 2

 as cores deste são muito da minha preferênciasaco praia 3

e ainda este. não me deixou indiferente. agora, é só escolher!

imagens

as três sombras de …

mim própria. sem ter nada que fazer sombreei-me em duas tardes soalheiras. é, portanto, um outro nível, no mundo das selfies

sombra 2mais uma interpretação da shadowselfie; e a continuar, embora com mudança de cenário. do areal para a Serra do Gerês.
sombra 3conclusão: cada um faz  sombras onde muito bem lhe apetecer. gosto de interpretações literais.
bom sábado.

as capas dos jornais, hoje

são de uma monotonia atroz. espírito santo por todo o lado; até há uns dias era muito respeitado, venerado quase endeusado pelos pobres que sabiam da sua existência, mas que nunca tinham com ele convivido. outros mais abastecidos financeiramente, que com ele fruíram de bons momentos, parece que agora andam assim, meio constipados, fartam-se de espirrar impropérios contra o banqueiro. o tombo foi grande; hoje é considerado  suspeito de muitas maldades. para já castigaram-no a um pagamento  muito generoso para poder respirar o oxigénio a partir de sua casa. adiante veremos se deixam o super juiz fazer o seu trabalho. às vezes achamos que é a justiça que não funciona, mas não, tenho pra mim que há uma máquina que lhe é exterior que não a deixa funcionar. ela até queria, mas…