desabafos em rodapé

sempre na linha da frente! lembram-se?

se estiveram atentos ao jornal da noite da SIC, hoje, sexta-feira, 27 de fevereiro pelas 21h.26 puderam verificar que a reportagem dava vida às malinhas Toino Abel. Mas quem é que já sabia antes da sua existência? Nós, aqui em desabafos. Ninguém nos bate no que toca a novidades! Se isto não é espetacular, então, não sei o que esse conceito de facto encerra. Bom fim de semana.

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o canudo do “dr” miguel relvas

está ainda em compasso de espera, para saber se, finalmente, vai para a parede emoldurado em material de primeira categoria, num repenicado retângulo de estilo rocócó, ou não. Ora, num país de engenheiros e doutores, estar um cidadão há mais de um ano para saber se compra o anel de curso de modo a ostentar o seu título conquistado à força de evitar ter trabalho a estudar, é duro. Muito duro. Deve dar uns nervos. Acompanhem-me: não dá a sensação que  demora mais tempo a sair o despacho de uma juíza do Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Lisboa, do que levou a pessoa a concluir a licenciatura?  Sendo assim, calma. Muita calma. Nada de preocupações pois todos sabemos que, por cá,  alguém que queira singrar mesmo a sério, numa carreira fulgurante, deve começar cedo a colar cartazes, para se ir habituando ao trabalho árduo, e só mais tarde almejar sentar-se numa cadeira de um gabinete com vista para o tacho assegurado.

E se virmos bem,  que interesse tem saber que alguém foi aprovado numa cadeira que nem sequer frequentou? Mais a mais com o nome de “Introdução ao Pensamento Contemporâneo” ? Toda a gente sabe que o pensamento contemporâneo anda pelas ruas da amargura. E quem alguma vez pensou melhor que  Descartes? Um homem que um  dia proferiu depois do pequeno almoço a célebre frase: “penso , logo existo”, convenhamos que, a partir daqui, não há já lugar para mais reflexão. Sendo assim, para quê correr  a sentar-se num anfiteatro para ouvir falar  sobre a ausência de uma pedagogia e ética de interculturalidade no Ocidente? Ética!! Credo, até pica, qual urticária essa palavra…não! Se houver azar invoca-se “falta de condições anímicas, baza-se, enfrasca-se em Cecrisina antes das principais refeições do dia, vai-se ao Brasil ver se as areias do Rio ainda cantam Vinicius, e concluímos que,  se bem o pensou, melhor o fez!

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atualização de dados

Bom dia. quarta-feira, Vinte e cinco de fevereiro. Vou falar de um tema abrangente (vírgula) e mudança de linha.

Há pessoas a fazer anos todos os dias o que é extraordinário em termos de comemorações (ponto final e a mudar de linha outra vez (vírgula) embora sem necessidade (ponto final parágrafo)

No meu trabalho, tenho três colegas que neste dia, acumulam mais trezentos e sessenta e cinco dias. Para elas as minhas felicitações. Para nós, venham as gulodices que prepararam e levaram de modo a que o “parabéns a você” seja muito bem celebrado. vai haver quem fuja da mesa para não cair em tentação; vai haver quem nem sequer se aproxime por considerar uma total “bimbalhice” elevar a voz para parabenizar as pessoas de quem gostamos, e vai haver quem se aproxime de tudo isto com um espírito genuíno de boa camaradagem. Pelo caminho, as muito boas pessoas com quem partilho este local de ganha pão diário, vão agradecer todos os mimos que  hão de “infestar” aquela sala de calorias boas, desejáveis e também atormentáveis, quando o arrependimento estalar. Chegados aqui, instalamo-nos numa reflexão sobre  remorsos. Isto é assunto que até podia dar uma boa tese de doutoramento numa qualquer área da psicologia, contudo, não havendo disponibilidade para tal, aprecia-se, come-se e agradece-se o trabalho e a dedicação que manifestaram em colocarem à nossa disposição pequenos pecadilhos gostosos, e deixamos essa manisfestação pungente da afetividade humana que nos censura um ato que não devíamos praticar muito sossegada, num recôndito da nossa consciência, enquanto saboreamos algo. Sendo assim, desejo uma quarta feira feliz a quem por aqui passar. É possível que volte ao tema com algum registo fotográfico para que conste que aqui não se mente, nem se exagera. Bom dia outra vez (vírgula) em jeito de despedida (ponto final)

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reavaliando la “rotina”

Quantas vezes já destilei ódio portentoso à rotina, essa vil forma de vida, que me põe nos mesmos passos de todos os dias? Muitas e muitas. E os artigos que leio sobre a forma como evitá-la? E a quantidade de vezes que maldisse não ser capaz de a ultrapassar? Estou em reavaliação. Neste momento; acordar, ir trabalhar, fazer a minha vidinha, regressar a casa, deitar, e depois volta de novo, dia seguinte, despertador e tudo em círculo, sabia-me bem, muito bem. E porquê? Numa resposta muito elementar e básica, porque, nessa zona de conforto monótona, aconchego-me à espera que decorra como sempre sem surpresas e sobressaltos. É que a semana anterior, esta que agora começou, e a próxima, constituem-se como potenciais gatunas dessa vida mansinha que, afinal de contas, agora de repente, deu-me para apreciar! No entanto, pensando melhor, todos os dias são dias onde a tal rotina instalada pode ser abruptamente alterada. Por que razão pensá-la para um tempo preciso e a compasso? Concluo assim, que tenho de reavaliar a minha reflexão em reavaliação, neste caso de rotina.

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na rua das flores

Eu sei que hoje é segunda -feira e  só se fala da cerimónia que decorreu no kodak theatre em los angeles. Eu, para não ser totalmente seguidista, opto por um assunto diferente. Nada de especial, garanto. Partindo do princípio que talvez haja quem ainda não conheça estas caixas pintadas, deixo aqui  quatro amostras da Rua das Flores, num Porto muito genuíno com um linguajar inigualável. Para quem já percebeu que isto está difícil, e que a falta de assunto é muito notória, parabéns.

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