desabafos em rodapé

o mundo ao contrário

ver de outro ângulo. nem sempre consigo ter essa perceção de que posso sempre posicionar-me para ver de outra forma. estou aqui presa numa abordagem muito estática que me aperta todo o sentir. ter um porto seguro; a minha família -marido e filha- agregado bem pequeno, mas que se junta a outro que vem de sempre, às vezes faz-me pensar que precisava era de me isolar para  estudar o processo em contínuo que está a decorrer: ver a minha filha crescer e  a geração precedente a envelhecer. depois, processar esta realidade de forma lógica e racional. não acontece, porque  tenho momentos que em sinto atacada por um reptil próximo de uma anaconda que me sufoca, sufoca, e me há de roubar o fôlego até que o ato de respirar possa vir a ser muito penoso. não gosto nada deste ensombrar de alma que paira junto a mim. vou mesmo tentar ver de outro ângulo. não sei é se vou conseguir!

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9 thoughts on “o mundo ao contrário”

  1. Mata o réptil e tenta ver por outro prisma. A vida acontece e cabe-nos a nós adaptarmo-nos a cada fase. Se é fácil, não, de todo, mas chega-se se lá. Mata o réptil!

  2. É deveras difícil ‘sairmos’ de nós próprios para vermos as coisas de outro prisma… Dizem que é sempre mais fácil quando os problemas são dos outros… Agora quando nos toca a nós… Ui, ui! As decisões são difíceis… Mas não impossíveis, então temos mesmo que tentar visualizar de uma outra forma 🙂
    Beijinhos grandes Mia***

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