desabafos em rodapé

naturalmente ao serviço da comunidade

chamam-lhe escova lava-garrafas, tem nome científico parecido com instituição patrocinada pelo estado (Callistemon spp) e é de origem australiana. esta  árvore  vive numa rua junto à minha, e só agora reparei nela. as flores, parecem escovas, daquelas de lavar garrafas, daí o nome popular que lhes é dado (segundo consta numa informação que recolhi). a que tenho cá em casa, comprada num super mercado, imita-a na perfeição. resumindo; criativos deste mundo, dizei-me: basta estar atento e a criação acontece?

escova

escova 2

na indústria, foi só substituir o material.

escovas 3

estas descobertas ao domingo, imprimem uma dinâmica extraordinária,  a um dia parcialmente céu encoberto, parcialmente solarengo, totalmente fastidioso.

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18 thoughts on “naturalmente ao serviço da comunidade”

  1. Que engraçado, nunca tinha notado a semelhança!
    As escovas também são conhecidas por “escovilhão”, e são as mesmíssimas que se vendem (caríssimas!) nas lojas de puericultura, para lavar biberons 🙂
    (O domingo também é um dia atreito a nostalgias, logo, saudades :))
    Bom resto de domingo, Mia.
    Este terá luz até mais tarde.

    1. Olá LP. Nem eu! Achei tão peculiar que não resisti. Claro, que isto é fruto da minha ignorância e desatenção.
      Ainda assim, o domingo, ficou um nadinha mais alegre!
      A luz, a esta hora, só a da lâmpada. a outra, a solar, já se foi!
      🙂

  2. Mia,
    Pelos “meus lados ” S.João Estoril , o que nos safou foi um dragoeiro secular.
    Queriam transformar uma grande zona ( de lazer ) em zona de construção.
    Existe uma assoc. de moradores e desta vez funcionou !

    Revista da Assoc. Moradores Qta Carreira, S. João Estoril

    … ” Felizmente que a construção na zona do tanque e do dragoeiro foi impedida na hora (o tanque seria totalmente destruído) e o alvará, do tempo da partida do Judas, já caducou. Mas o Plano de Pormenor que está para vir à discussão pública comporta construção, e quem sabe o que poderá aparecer durante as obras. A CMC comprometeu-se a elaborar um guia de normas e procedimentos a que o promotor tem que obedecer no caso de se encontrar vestígios.
    No entanto, a câmara e os arqueólogos contactados estão renitentes em admitir que a origem das infraestruturas rurais da quinta seja romana. Dizem que não existe nenhuma prova irrefutável nesse sentido, o que só seria adquirido encontrando-se moedas, mosaicos, lápides epigrafada ou assim.
    A pedra decorada – pedra de alfiz – que encontrei na ribeira e leguei à associação, não mereceu atenção.”…

    Mais nada ! 🙂

    Resto de bom domingo !
    Estas mudanças horárias… 😦

    Beijo,
    José

  3. Mia, penso que fez uma descoberta genial!! Conheço a árvore e nunca me passaria pela cabeça estabelecer tal comparação:):) Muito bem visto! Beijinho

    1. Olá Manuela, bom dia. A minha distração é épica, no que toca a fenómenos naturais, e não só. Mas, uma vez descoberta, achei que não podia deixar em “branco”!
      Boa semana.
      Beijinho

  4. Enquanto jovem cresci nos meandros de uma pequena quinta onde, uma vez por ano, se tratava do vinho, as minhas funções eram dar uso ao “escovilhão” e limpar as garrafas. Bons tempos esses em que limpava garrafas que os outros iam encher, melhores agora em que as esvazio! 😀

    Boa semana.

    1. Bom dia. Considerando as diferentes fases da vida, e os ciclos que a preenchem, este esvaziar de hoje, desde que equilibrismo , será tão saudável como a tarefa de outrora. Digamos que é um “tipo de limpeza” diferente! 😀

      1. Sim, não é um esvaziar por esvaziar! Antes de mais não esvazio qualquer garrafa, são escolhidas criteriosamente e só aí esvaziadas lenta e prazerosamente!
        Gosto de me manter na posso de todos os meus sentidos, gosto ainda mais de os “provocar”! 😉

  5. Os escovilhões dão-me urticária Mia 🙂 Porque associo às garrafas de vinho que tenho de deixar imaculadamente limpas e sem vestígios de resíduos de vinho (dado pelo meu sogro) sob pena de ao mínimo resíduo ouvir dele que não sei lavar garrafas, que estão sujas e blá, blá, blá… Por isso eu lavo e esfrego com os escovilhões até me doer o braço! Conheço bem essa árvore mas nunca me ocorreu tal comparação… A Mia é a perspicácia em pessoa 😉
    Beijinhos e boa semana.

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