desabafos em rodapé

Venham ler aqui, que eu não digo a ninguém

Vai uma pessoa e evita ouvir as notícias. De tão repetitivas já enjoam. A Europa não se entende e, afinal, é fácil de perceber porquê. Está tudo explicadinho no livro de  Umberto Eco “Cemitério de Praga” ( história passada no século XIX).

Ora acompanhem.

– “Aos alemães conheci-os, e até trabalhei para eles: o mais baixo nível de humanidade concebível. (sofrem) de hiperatividade intestinal em prejuízo da cerebral. O abuso da cerveja torna-os incapazes de ter a mais pequena ideia da sua vulgaridade. Consideram-se profundos porque a sua língua é vaga… e nunca diz exatamente aquilo que deveria, de modo que nenhum alemão sabe alguma vez aquilo que queria dizer…”

Depois sobre os franceses:

– “ preguiçosos, trapaceiros, rancorosos, ciumentos, orgulhosos ao ponto de pensarem que quem não é francês é um selvagem. São maus. É o único povo que manteve ocupados os seus cidadãos, durante vários anos, a cortarem a cabeça uns aos outros, e foi uma sorte Napoleão ter desviado a sua raiva para os de outra raça, mobilizando-os para destruir  a Europa.

E agora vêm os italianos:

“_ O italiano não é de fiar, é mentiroso, vil, traidor, viscoso na negociação (…) é que os italianos foram moldados pelos padres…”

Agora vejamos: Merkel é alemã, Hollande é francês, o Draghi e o Monti italianos. Estamos bem, estamos. E depois, os gregos; Varoufakis é o ministro sexi, Tsipras ri muito, e a mulher é que manda (li numa revista)… Desejo uma sexta-feira, plena de luz solar.

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6 thoughts on “Venham ler aqui, que eu não digo a ninguém”

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