coisas minhas, o homem que mordeu o cão

ouvi pela boca de Nuno Markl

na sua rubrica o “homem que mordeu o cão”, Nuno Markl aludia, esta semana, ao facto do filme “sozinho em casa” estar a fazer história ejunto dos seus, na medida em que funciona como legado. Dizia ele, que passou parte do fim de semana a visionar o dito filme, com o seu petiz de seis anos.

recuando nas minhas memórias, se quiser algum paralelismo, o filme “música no coração”, ocupará esse espaço para a época natalícia, e o filme “ben- hur” para alturas da Páscoa.

hoje, se quiser por-me ao mesmo nível, terei de puxar pela “carroça” para os lados de “Star Wars” – saga que ocupa um lugar relevante cá em casa- e temos por isso, altas espetativas sobre o que aí vem. Mas nem só de impérios e forças negras se fez passagem de testemunho . Claro que o ” sozinho em casa” também ocupa um lugar cativo no nosso repositório, mas…algo veio mexer com  a tradição do legado. Harry Potter. Esse mesmo. O feiticeiro de cicatriz peculiar, arrastou filha para o gosto pela leitura, e mais tarde, lá ia a família ao cinema, ardendo de curiosidade para ver como a adaptação do livro para o grande ecrã, tinha sido feita. De tal modo, que a Escócia foi por nós visitada, pois é lá que está o castelo onde Harry aprendeu a voar. Até temos fotos e tudo para testemunhar.

E assim se passou uma década. temos os olhos carregados de histórias contadas com mestria. A passagem de testemunho fez-se de encontros entre gerações, e diluiu-se no meio de tanto capítulo lido e visionado.

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