coisas minhas

a minha nova profissão:

procuradora.

procuro:

  • paz de espírito;
  • manter o bom humor;
  • meias que me desaparecem misteriosamente;
  • receitas fáceis e saudáveis;
  • estrada seca para ir trabalhar;
  • fins de semana mais longos.

 

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27 thoughts on “a minha nova profissão:”

  1. Gostei muito dessa profissão. Já mandei meu currículo pra sua empresa, quero ser companheiro de trabalho, excetuando a função das meias, eu faria a das chaves. Bom dia, Mia!

    1. Boa tarde, WLD.
      Confirmamos receção do envio de currículo. A apreciação decorre com a equipa de recursos humanos designada para tal. Entraremos em contacto assim que possível. Quanto à opção “procurar chaves” também consta da lista de opções.
      🙂

  2. Fico a pensar o que fará de ti uma profissional competente: “procurar” ou “encontrar”?…
    (paz de espírito e bom humor são quase tão bons de encontrar quanto difíceis…)

    1. Parece-me que , quando achar o que procuro, estarei no topo da carreira. A promoção será imediata e sempre no âmbito da meritocracia. Tendo começado como inquisidora (onde terei posto tal e tal coisa?), passei depois a procuradora, falta-me agora chegar a achadora..
      😀

  3. Neste momento, trabalho em part-time como procuradora de meias e a full-time como procuradora de estrada seca, estou a pensar começar a fazer horas extras como procuradora de receitas fáceis … mas está difícil! 😉

  4. Há por aí, na Metrópole, a expressão “procurar sarna para se coçar”?
    E a expressão “procurar pêlo em ovo”?
    Procuras também? Não recomendo…
    Quanto à procura de fins de semana mais longos, você os encontraria aqui na Colônia, onde os deputados trabalham de terça a quinta.
    🙂

    1. Temos esta variante: “só lhe falta sarna para se coçar”, diz-se de pessoa que tem tudo, e não precisa de mais nada.
      A segunda, não possuímos no nosso vasto e rico repertório.
      Dr. Laércio, poderia, por gentileza, esclarecer o significado da expressão? Sairíamos todos mais enriquecidos.
      Tenho ideias de pôr o blog a render-me proventos, e, parece-me que encontrei aqui, um nicho de mercado. Sugiro a possibilidade de lançar uma caderneta com pequenos postais cheios de expressões lusas e brasileiras ilustradas por técnico competente. Aguardo aval do lado de lá. 😀

      1. Perfeita sua idéia!
        Tenho em casa alguns livros, ao estilo dicionário, que “traduzem” os dois portugueses, de lá e cá. Mas, sinceramente, não me recordo de algum livro que faça uma comparação dessas expressões idiomáticas, ditados, provérbios, locuções etc. Sua iniciativa preencherá uma importante lacuna bibiográfica. 🙂
        Quanto às expressões, a que você cita equivale perfeitamente à versão tropical. Já “procurar pêlo em ovo” diz-se de quem procura problemas onde não há. P.ex., numa pergunta de concurso que é clara, o candidato fica a procurar armadilhas inexistentes. Ou, diante duma tarefa fácil, procura obstáculos que não há. Quem “procura pêlo em ovo” normalmente não sai do lugar.
        Há uma expressão menos comum, porém utilizada como, digamos, superlativo para isso: “procura peruca em ovo”.
        Como você pode perceber, trata-se duma curiosa obsessão capilar, digna do Kojac.
        PS: não precisa chamar-me de doutor, já que não tenho doutorado… Aquilo foi uma brincadeira com uma mania brasileira, essa do “doutor”. Aliás, Eça de Queiroz, na pena de Fradique Mendes, numa carta tardia a Eduardo Prado, fala sobre essa mania cá da Colónia. 🙂

      2. Adaptando aquele outro ditado que já comentamos: em terra de (…) (fica por tua imaginação) (mas é bem isso que estás a pensar) (cala-te, boca!), quem tem diploma é doutor. 😀

  5. Face ao elevado interesse por parte do auditório acho que devia considerar a possibilidade de “franchisar” a atividade 😀

      1. Com o licenciamento zero pode ser feito no portal do empreendedor, quiça entre publicaçoes no blogue.

  6. Tb quero, tb quero!!
    Especialmente a cena do fds 😉

    (Isso das meias é diabólico, e depois ainda ouço o gajo cá de casa sp a reclamar q as meias se evaporam…)

    1. Eu já ouvi cá em casa:” tá bem, e tal, vem cá alguém a casa, mas que não me leve as meias”. Eu não sei para onde vão. Devem ter vontade própria e organizam complots contra donas de casa que não o são, nem têm jeito para tal.
      🙂

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