coisas minhas, desabafos em rodapé

numa loja perto de mim

há cenários assim: 101020161844-1-copia

ironicamente, a loja fica paredes meias, com um laboratório de análises clínicas. coincidência?

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aculturação ao melhor nível.

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coisas da vida, desabafos em rodapé

era a mais velha da sala

ontem fui ao cinema. a marvel tinha mais um filme em cartaz. filha entretanto crescida manifestou vontade de ver. aproveitando o facto de que não tarda estará longe de casa – ia dizer ninho, mas arrependi-me- também fui. não foi nenhum sacrifício. “doutor estranho”. dos efeitos especiais, à história da luta entre o bem e o mal,  esteve tudo ótimo.

benedict cumberbatch, também se portou lindamente.

ah! eu era a pessoa mais velha na sala de cinema. sem pipocas e sem palhinha para sorver líquido, penso ser um elemento pré-histórico. não tarda, impedem a entrada deste tipo de pessoas nas salas de cinema. digo isto, porque a senhora que nos vendeu os bilhetes ficou horrorizada perante a nossa recusa em trazer, por “apenas mais dois euros” milho estalado e bebida gaseificada. apenas dois euros. pelintras.

coisas da vida, desabafos em rodapé

anos 70, anos 90 na uterque

vai uma pessoa toda lampeira espreitar a moda de outono – com meses de atraso, eu sei – e depara-se com modelos deja vu, resgatados aos anos 70 e 90, e que agora em 2016, sente que não é aquilo que quer. o que fazer num caso destes?

tudo visto nos anos 90. não me apetece nada repetir. até porque sinto que iria lembram-me da idade que tinha nesta altura, e não vale a pena. estou bem assim. o que lá vai, lá vai – foi giro– mas agora, estamos noutra.

saia e camisola. anos 70 e 80, lembro-me bem do jacquard. uma vez, atrevi-me a classificar modelos, aqui, neste espaço, e levei rodada de ignorante… mas , com uma arrogância…

saia-e-camisola

não sei, parece-me tudo assim, tão revisitado.

se estiver  afazer erros sobre a época, podem corrigir. eu só preciso mesmo, é de calças e sapatos. até gosto da saia. e o catálogo está ajeitado, para corpos e idade a condizer.

modelos da uterque.

este post foi escrito ao abrigo da necessidade remodelar o guarda-roupa. uma mulher não é de ferro.

 

coisas minhas, desabafos em rodapé

as minhas manhãs

não são da rádio comercial, da rfm, da m80, da antena 3 ou da antena 2, em particular. são de todas elas em geral.  é precisamente na antena 2 que sou reduzida à ínfima forma de existência, pois os meus conhecimentos do que, por lá se ouve, são tão básicos e elementares, que estou a precisar de umas explicações. hoje, tendo o rádio sintonizado nela mesma, cheguei  a perguntar-me se haveria necessidade por parte de quem conduzia o programa, de utilizar aquele tom de voz tão enfatuado. uma entoação a raiar quase presunção, um tom afetado que, penso eu, podia ser interpretado como um distanciamento em relação a outras pessoas. ora, a estação é pública, e parece-me bem que exista, não só para um público conhecedor, mas também para um outro, mais abrangente. era bom que pudesse cativar ouvintes menos preparados. não sei se é esse o objetivo, se calhar não. às tantas,  pretende mesmo só chegar a alguns. se assim for, consegue muito bem.

e depois, tenho a sorte de conhecer tanta gente culta e inteligente que são, como dizer,”tão terra a terra”. Até aqui, por esses blogs fora.