coisas da vida, desabafos em rodapé

“eu vou chorar do tempo onde eu vi o mundo azul”

eu vou chorar do tempo onde eu vi o mundo azul

 era quando saía para a rua e havia tantos por quem esperar, certa de que não me falhavam, independentemente do que se inventasse para para passar o tempo;

era quando estava certa de que ainda tinha todos, ou quase todos, os mais velhos,  prontos para viverem muitos anos, na esperança de que não haveria mais golpes do destino, daqueles muito fatídicos;

era quando as batatas fritas da praia, os gelados e o banheiro não me falhavam a cada dia quente de julho, onde a maré baixa deixava ver as rochas, e o cheiro a iodo se intensificava…

isto e muito mais.

e aí, como é que era o tempo do mundo azul?

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coisas da vida, desabafos em rodapé

valores mais altos se levantam

passando os olhos pelos jornais, tablóides, ou o que for, há títulos chamativos, umas vezes agoniam, outras imprimem repulsa, pois isto de valores, parece que se foram perdendo muitos. doutros. diferentes.

As verbas para assessoria e secretariado na Assembleia Municipal de Lisboa (AML) vão ser discutidas amanhã pelos membros da mesma. A presidente do órgão, a também deputada à Assembleia da República, Helena Roseta, levará o assunto à conferência de representantes (que reúne os eleitos pelos lisboetas), onde poderá ouvir os partidos com assento, e o debate está agendado para logo a seguir. 

mais um assunto que vai aquecer, ou não estejam as temperaturas baixinhas, para depois se esfumar no calor das festividades que se aproximam. um viva às filhós de abóbora, e a quem as pode comer.

coisas minhas, desabafos em rodapé

o meu vizinho do lado

olhos azuis penetrantes, límpidos, claramente um atleta no que ao salto diz respeito: demonstra habilidade a saltar para baixo e para cima, para os lados e mais ainda.   ouso dizer também, que deve ter ótimas capacidades como grande entendido na lavoura. a sua presença no meu terraço foi notada há coisa de uma semana a esta parte. descobrimos agora, porque foi apanhado em flagrante, que é ele que nos tem escavado os canteiros que lá temos. calha não estarem plantados por sermos mesmo desleixados e o verão ter sido tão intenso que não nos deixou vontade de iniciar plantio. agora, Clóvis, acordámos este nome, pois de algum modo, o felino anda numa demanda de unir território- creio que os vasos do terraço onde vive, e ainda os meus canteiros- tentando formar um único reino, dono e senhor de um vasto império à escala de densidade populacional dos nossos prédios (são contíguos). a ver vamos, se tenho de iniciar um diálogo diplomático, uma vez que as investidas são cada vez mais frequentes e ousadas, e há que ter em conta que este tipo de expansionismo tem de ser controlado.

bom dia, Clóvis

clovis clovis 2

e assim se vai vivendo, aqui, no terceiro esquerdo, com vizinhos abusadores e …lindos, vá! não posso negar!

coisas minhas

dia da independência

conjurados a bater à porta do Palácio para dar conta de Miguel de Vasconcelos,  da senhora dona  duquesa e do poder instalado com promessas não cumpridas, descontentamento e revolta, séculos depois, um pouco de preguiça, feriado,e boto os olhos neste parágrafo:

Pessoas com carreiras de sucesso acordam cedo – Jack Dorsey, fundador do Twitter, acorda por volta das 05h30 e aproveita para meditar. Tim Cook, CEO da Apple, é conhecido na empresa por enviar e-mails de trabalho às 4h.30. Tim Armstrong, CEO da AOL, acorda às 5h00. Vittorio Colao, chefe executivo da Vodafone, desperta por volta das 06h00 e não abdica de 40 minutos de exercício intensivo. 

Eu, presidente do conselho de administração do 3º esquerdo, sito no lote 10, dispenso tal prática. Às sete, já é criminoso. Imagine-se números abaixo. Conclui-se daqui, que a minha carreira é de uma pelintrice agonizante. terminamos a dizer ” who cares?”, mesmo que isso seja foleiro.

Com o Dia da Independência a terminar, resta-me desejar bom fim de semana.