coisas minhas, desabafos em rodapé

jardinagem imberbe

suculentas

na mira de conseguir mostrar que vale a pena possuir esta espécie numa qualquer varanda, por mais humilde que seja a capacidade de jardinagem da sua possuidora,  aceitei de bom grado a dádiva daquela que se intitula ” a filha da mãe que eu fui” .

agora, é esperar que a filha da mãe da suculenta se ponha fina, e não me envergonhe. está junto  de outras companheiras que pediram anonimato. seja.

nota final: está muito abafado. oxalá seja bom para a plantinha , já que a mim me faz muito mal esta ambiência.

 

coisas minhas, desabafos em rodapé

e porque hoje é sexta com tolerância de ponto

estou sentada no meu sofá cinzento. são mais ou menos onze horas, se calhar para mais, mas poucochinho, e não sei se faço bem ou mal, na medida em que metade deste agregado familiar trabalha no setor privado, e teve de ir sentar os ricos costados numa cadeira da entidade patronal e, talvez por isso, nem me esteja assim, a saber completamente bem. nada a fazer. tenho picos destes, de grande reflexão, mas passam-me rapidamente.

de resto, está tudo calmo, aqui, no terceiro esquerdo. tirando as obras da vivenda em frente ao prédio, e apesar das janelas impedirem que o barulho entre, aquela máquina centrifugadora do cimento é poderosa. chega-me cá. enerva um bocadinho. mas é só isso.

e assim, em conclusão, até tinha muito para dizer, mas creio não ser necessário, pois parece-me que os leitores não andam com grande paciência para parágrafos intermináveis. é, não é? eu sabia.

bom dia.

coisas minhas, desabafos em rodapé

programa perda de peso

é o que tem sido feito neste blog. palavras para que vos quero? venham elas pelo bom caminho e serão bem recebidas, enquanto andarem por atalhos sem destino, o melhor é recolherem-se e pensarem melhor qual a sua função, aqui, a partir de um sofá cinzento. hoje é domingo. pingou um pouco. mais lá para baixo em relação ao sítio onde moro, há farturas. dizem que são as melhores. enquanto ponho ordem no equilíbrio que quero para este espaço ( reflexão que vai demorar o seu tempo), acho que posso muito bem ir em busca daquela massa frita que, quando se encontra com o açúcar branco refinado e aquele pó castanho de odor intenso, dá-se ali uma junção de tal forma bem conseguida, que se esquece o mal que faz, pelo bem que sabe. só para apreciadores.

o meu sofá cinzento, num domingo cinzento e pingudo.