coisas minhas, desabafos em rodapé

madame curie

tinha talvez uns dez ou onze anos quando li sobre a vida de Marie Curie, e fiquei fascinada. entretanto, no liceu, a disciplina de química nunca me atraiu por aí além. não foi elegante da minha parte. passaram anos, e este verão visitei-a. a oportunidade surgiu e pedi-lhe muita desculpa por ser tão “arara” nas lides químicas, mas garanti-lhe que era muito boa em leitura. fiquei perdoada. na casa museu é possível ficar com uma ideia do mundo desta “dupla nobel”, numa época em que não havia quem defendesse  direitos e diferenças de género.

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admiro muito cientistas, e brincando um pouco, o meu primeiro herói foi o professor Pardal.

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desabafos de agosto, férias por todo o lado, desabafos em rodapé

art noveuax junto ao Báltico

Riga, Letónia, e o Báltico ali mesmo a chamar por quem lá passa. Depois de muitas voltas à cidade, há que parar e ir apreciando a beleza arquitetónica que estas ruas albergam. De Paris a Riga vai uma boa distância, mas esta última, ostenta uma beleza digna de nota, nos edifícios que lá nasceram, obedecendo ao rigor do traço de arquitetos apaixonados pela denominada art noveaux.

e dei de caras com os músicos de Bremen

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e dois gatos num telhado. não sei se era de zinco quente.

para se ver melhor, uma fotografia apanhada aqui.

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o assunto não se esgota nestas parcas imagens. a cidade está rodeada de beleza natural, beleza arquitetónica. um senão: o lixo – principalmente copos e garrafas  que ficam no passeio, embora nem em todo o lado,pois os caixotes do lixo, por serem pequenos, não aguentam tanto desperdício –  fica feio. a cidade não merecia.

 

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de helsínquia a tallinn

Numa distância curta, em duas horas, um ferry gigantesco leva-nos da capital da Finlândia atá à capital da Estónia.

depois, foi um apreciar até ao limite.

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entre as muralhas e um tempo passado a acudir ao espírito, nem as muitas pessoas que por ali andavam me desviaram do que a Tallinn me levou: ver a preservação de uma época (idade média) com todo o significado que tem no presente. Por último, o Parque Kadriorg, um pouco afastado do centro: um regalo para os olhos e espírito. Ali, encostada, à espera que me passasse o espanto.

Tenho o cuidado de me espantar com muito do que vejo, mesmo parecendo que já tenha visto parecido.

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ir a sítios e vir carregada de imagens

Helsínquia em versão céu nublado junto ao cais para Suomenlinna. O ferry faz a viagem em 20 minutos e, uma vez na ilha, podemos observar a calma do báltico numa ilha fortaleza cheia de gente, mas em silêncio. Deveras? Claro que se sentia uma atmosfera calma e isenta de algum ruído…mas havia:  nós.

afinal, a nossa maneira de ser, não se escoa numas horas de avião.

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todos os caminhos iam dar ao silêncio.

 

para quem gosta de seguir mapas logo de manhã,  a rota traçada a azul é a mais rápida para percorrer a ilha, voltar a Helsínquia e almoçar.

mapa

amanhã trarei mais uns pormenores. vim carregada deles.